Família e amigos reunidos, muita vibração e torcida para valer. Geralmente, é assim que acompanhamos os jogos da seleção brasileira pela televisão. Agora imagine ter a oportunidade de assistir a final da Copa do Mundo no estádio? Uma experiência marcante!

Com o Mundial cada vez mais próximo já está mais do que na hora de começar a preparação para garantir que esse momento se torne uma realidade. Além disso, o Brasil é uma das seleções que chegam na Rússia como favoritas para conquistar o troféu — um provável hexacampeonato. A última vez que a seleção canarinho disputou uma decisão foi em 2002, na Copa da Coreia do Sul e Japão.

Neste post, separamos alguns motivos que fazem da decisão da Copa do Mundo 2018 uma experiência transformadora para qualquer torcedor, sendo uma excelente oportunidade de viagem de incentivo. Continue a sua leitura!

O que preciso para viajar para Rússia?

Essa dica não vale só para o país russo, mas para toda viagem internacional: atente-se à documentação necessária para garantir um trajeto sem empecilhos.

O primeiro passo é emitir um passaporte internacional, que pode ser agendado pelo site da Polícia Federal. O documento custa R$ 257,25 e tem o prazo de seis dias úteis para ficar pronto.

No caso da Rússia, não há necessidade de preocupar-se com o visto, afinal o país não solicita esse documento aos brasileiros. Só é preciso garantir que o passaporte esteja em boas condições, pois as autoridades realmente checam cada página do documento.

Também vale lembrar que essas regras podem mudar. Então, é imprescindível acompanhar as notícias do consulado para saber de qualquer alteração.

Como garantir um ingresso para assistir a final da Copa do Mundo no estádio?

Os ingressos para as partidas da Copa do Mundo 2018, já estão à venda. Na verdade, a primeira etapa de vendas aconteceu entre os dias 14 de setembro e 28 de novembro do ano passado e a segunda foi do dia 5 de dezembro até o final de janeiro. Milhares de ingressos já foram vendidos.

Contudo, os torcedores interessados que não garantiram o ticket nesses dois períodos, devem esperar a terceira e última etapa — também conhecida como “vendas de última hora” — que acontece entre os dias 18 de abril e 15 de julho (que aliás, é a data agendada para a final da Copa do Mundo).

Para efetuar a compra, em qualquer uma dessas etapas, é necessário acessar o site da Fifa.

O que esperar desse momento?

No início desse post, falamos da sensação que é assistir e torcer pela seleção brasileira, em qualquer partida, pela televisão. Acompanhar a final mundial em um estádio trata-se de um raro momento na história de um torcedor apaixonado!

Poucas coisas unem as pessoas como futebol, e o estádio estará recheado com milhares de torcedores gritando, comemorando os lances, roendo as unhas de ansiedade, cobrindo os olhos e até chorando, dependendo da situação, de raiva ou alegria.

Não importa o que tentarmos adiantar sobre essa experiência por aqui. O que os torcedores experimentam, dentro do estádio, é algo único e completamente espontâneo. Principalmente por envolver o sentimento de amor ao país, ao esporte e o título máximo em disputa entre países.

Entretanto, a viagem não começa e termina dentro do estádio.

Antes disso, os torcedores conhecem o clima de festa e expectativa para os jogos que cercarão a cidade que sediará o evento. Um cenário semelhante ao vivido em nosso país em 2014.

Ou seja, é uma oportunidade para entrar em contato não apenas com a cultura russa, mas sim com hábitos, línguas, estilos e gostos de diversos países.

Qual será o mascote da vez?

Símbolo em cada edição do mundial, os mascotes geralmente caem no gosto e flashes dos torcedores. Essa tradição começou em 1966, na Inglaterra, com o leão Willie, e não parou mais!

Desde então, foram 13 mascotes. Veja só:

  • Copa de 70, no México: o garoto Juanito.
  • Copa de 74, na Alemanha: os jogadores Tip e Tap.
  • Copa de 78, na Argentina: o jovem Gauchito.
  • Copa de 82, na Espanha: a laranja Naranjito.
  • Copa de 86, no México: o Pique, que era a versão personificada de uma pimenta chili jalapeño.
  • Copa de 90, na Itália: o Ciao, uma espécie de tetris com a cabeça em formato de bola de futebol.
  • Copa de 94, nos Estados Unidos: o cão Striker.
  • Copa de 98, na França: o pássaro Footix.
  • Copa de 2002, na Coréia do Sul e Japão: Ato, Nik e Kaz, que representavam partículas de energia.
  • Copa de 2006, na Alemanha: o leão Goleo.
  • Copa de 2010, na África do Sul: o leopardo Zakumi.
  • Copa de 2014, no Brasil: o tatu-bola Fuleco.

Para o mundial de 2018, na Rússia, o mascote será um lobo chamado de Zabivaka, que, segundo a Fifa: “irradia diversão, charme e confiança”. O seu nome significa: “aquele que marca um gol”. O mascote foi desenhado pela estudante de design Ekaterina Bocharova e recebeu 53% dos cerca de 1 milhão de votos em enquete pelo site da instituição durante um mês.

Apesar de fazerem sucesso durante o mundial, os mascotes não foram os únicos “objetos” que chamaram a atenção. Você lembra das vuvuzelas na Copa da África do Sul? Acompanhando essa moda, os russos estão investindo em uma versão própria de instrumento que faz barulho: as colheres de madeira.

Isso mesmo! Mas não estamos falando de talheres para refeição. Nesse caso, trata-se se instrumentos musicais utilizados pelos primeiros povos russos e que podem fazer tantos sons quanto as castanholas, por exemplo.

Documentação, viagem, coração e garganta prontos para assistir a final da Copa do Mundo no estádio? Ótimo! Não hesite em viver essa experiência maravilhosa! Mesmo em cima da hora, vale a pena tentar adquirir um ingresso. Afinal, o evento só acontece de quatro em quatro anos e, provavelmente, nenhum torcedor tem o interesse de perder a oportunidade de acompanhar grandes craques em seus, provável, último Mundial.

Quer saber mais sobre a Rússia, cidades que sediarão os jogos ou dicas para curtir o mundial? Deixe o seu comentário neste post!