Em 2017, a economia do nosso país teve um crescimento de aproximadamente 1,04%, segundo informações divulgadas pelo Banco Central. A notícia pode ser interpretada como um dos primeiros sinais que indicam o fim da recessão no Brasil.

Após dois anos seguidos de quedas e números negativos, considerando a série ajuste sazonal, a previsão é de bons ventos na economia brasileira. Fatos como o aumento do PIB, a redução do índice de desemprego e o crescimento do setor de produção industrial, são apenas alguns dos aspectos que alimentam o otimismo.

Por isso, neste artigo mostraremos alguns dos principais sinais de que o fim da recessão no Brasil está mais próximo do que você imagina. Continue a leitura e entenda!

1. Aumento do PIB

Apesar do Comitê da Datação dos Ciclos Econômicos, da Fundação Getúlio Vargas, ainda não ter declarado oficialmente que a recessão (iniciada no segundo trimestre de 2014) esteja chegando ao fim, os primeiros trimestres de 2017 apresentaram alta do PIB, além do crescimento de 1% no setor da agricultura.

A liberação do FGTS inativo teve um papel fundamental nesse contexto, gerando um aumento de 0,2% no consumo dos brasileiros que foram estimulados a comprar mais por conta da perspectiva positiva a respeito do futuro.

2. Queda da inflação

Outro fator de relevância na construção do atual panorama econômico do país é a queda na inflação, já que ela deve permanecer em torno de 3%.  Esse declínio causa impacto positivo na renda disponível das famílias.

Se a alta do PIB e a queda dos juros (citaremos no próximo tópico) permanecerem no ritmo atual — somadas à uma inflação que permanece em 7% — o Brasil deverá crescer aproximadamente 4% neste ano.

Esse crescimento traz um cenário promissor para as empresas, sendo o momento de ter mais ousadia para estabelecer metas e objetivos. E, para alcançar os rendimentos, vale investir em campanhas de bonificação aos funcionários mais atraentes, proporcionando, por exemplo, viagens de incentivo como forma de recompensá-los e fidelizá-los à organização.

3. Queda nas taxas de juros

Em apenas um ano, a taxa básica de juros caiu de 14,25 para aproximadamente 7%, uma queda significativa. São sete pontos percentuais de redução e isso gera impactos positivos na economia, fazendo-a reagir.

Segundo especialistas, esse é um dos maiores sinais que apontam para o fim da recessão no Brasil, que consumiu cerca de 9% de seu PIB dentro de 11 trimestres.

4. Baixa no índice de desemprego

Um dos impactos negativos causado pela crise econômica no país foi o aumento exponencial no índice de desemprego, superando a taxa de 13%. Milhões de brasileiros permaneceram sem conseguir oportunidades no mercado de trabalho por um longo período. O impacto no setor foi tão considerável, que alguns especialistas acreditam que serão necessários anos para uma recuperação.

No entanto, junto a saída da recessão, a tendência é que a queda do desemprego continue em processo. Apesar do nível ainda ser alto, é possível notar que, aos poucos, o cenário está mudando.

Prova disso é a recente notícia divulgada pelo Ministério do Trabalhou sobre o número de vagas formais de emprego abertas no país. Algo incogitável durante o período mais forte da recessão.

Em momentos como esse, é imprescindível que as empresas valorizarem os seus profissionais, incentivando a qualificação e desenvolvimento de seus colaboradores.

Por isso, considere políticas de motivação, por exemplo, visto que essas medidas podem manter sua equipe mais produtiva e satisfeita em trabalhar na sua empresa.

5. Aumento no setor de produção industrial

O setor de produção industrial, um dos maiores responsáveis pelo PIB do nosso país, também tem previsões positivas para os próximos trimestres. A necessidade de repor estoques está diretamente ligada à previsão de crescimento deste nicho.

O aumento no PIB de 2017 teve o papel de incentivar a indústria a investir em seus estoques e voltar a produzir de maneira mais impactante. Essa é uma indústria que ajuda a projetar perspectivas sobre a economia, já que vem crescendo nos últimos dois anos.

Apesar de sofrer quedas acentuadas durante o trajeto, em dezembro de 2016, a indústria passou por um aumento de 2,3%. Sendo assim, os índices setoriais apresentam uma reação de forma significativa e mostrará ganhos de produtividade ainda em 2018.

Alguns dos fatores que contribuíram com o aumento da demanda foram:

  • aumento na produção de papelão;
  • maiores gastos com eletricidade no começo de 2017;
  • mais carros circulando pelas rodovias do Brasil.

O movimento está sendo alavancado por um cenário favorável. Além disso, com a inflação controlada e a taxa de juros reduzida, a tendência é que o segmento acrescente mais um dígito até o fim de 2018, voltando ao patamar que se encontrava em 2013.

6. Commodities em alta

As vendas de petróleo e minério de ferro tiveram um considerável crescimento nos primeiros meses de 2018, fazendo com que a balança comercial do Brasil atingisse um patamar de estabilidade e confiança. Podemos agradecer aos países que importam produtos brasileiros por essa pequena ajuda.

Os commodities em alta têm um papel fundamental no fim da recessão no Brasil e, segundo o jornal Valor Econômico, o acumulado no mês de fevereiro de 2018 ficou em torno de 8,2%. Enquanto representava 3% no mesmo período de 2016.

Como você pôde conferir neste conteúdo, o país aponta um caminho para fora do fundo do poço econômico no qual se afundou nos últimos anos. Existem diversos sinais e fatores que deixam claro que o fim da recessão no Brasil já é uma realidade presente. Alguns especialistas, apontam a economia brasileira como àquela que puxará o crescimento da América Latina neste ano, uma realidade que poucos apostariam nos últimos três anos.

Esses dados são relevantes para o crescimento da sua empresa, afinal, a estabilidade econômica do país pode estimular as previsões de lucro da sua empresa. Em um cenário sem recessão, é possível elaborar metas e objetivos mais ousados.

Agora que você descobriu os fortes indícios que apontam para que estamos chegando ao fim da recessão no Brasil, chegou o momento de arriscar no seu crescimento e investir em políticas para incentivar seus colaboradores a atingirem grandes metas. Aproveite a sua visita para conhecer os quatro melhores destinos do nordeste brasileiro para uma viagem de incentivo!